Feliz ano novo a todos nós.
Pensei em postar algo diferente, algo mais proximo ao momento que estou vivendo agora.
Mas, inveitavelmente, como em todos os anos quando chegam ao final vem junto uma melancolia inescapavel.
Então para evitar que o post seja contaminado, resolvo deixar a todos os meus amigos (e inimigos, também) os desejos de Ótimo ANo Novo!!!!!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Sobre a Marcia
A partir de 2008 tomei uma decisão importante na minha vida.
Percebi que, depois de tanto tempo, precisava viver minha vida sem fazer concessões a mais nadam nem a ninguém.
Reativei meus perfis no orkut e no hotmail. FOi pelo orkut que conheci uma CD de Manaus, a Marcia Antonelli. Nos conhecemos em um momento que queria jogar meu CDssing fora e retomar uma vida (hoje eu sei) cheia de falsidades. Ela me deu uma serie de dicas sobre auto-aceitação e me ajudou bastante a compreender o meu verdadeiro eu.
Passamos a nos falar regularmente e a tentar sair algumas vezes. Lembro que ela sempre teve uma forte com depilação. Isso me animava muito, porque eu sempre me depilei regularmente e a forma que ela dizia me ajudava a perceber que a Sheilla estava bem madura e precisava sair de vez do casulo.
A pouco eu falei de tentar sair... era isso que sempre acontecia... Nunca sai pra uma balada com a Marcia. Mesmo assim ela teve uma importante participação na minha vida.
Na metade deste ano, tive que voltar a morar com minha irmã.
Percebi que, depois de tanto tempo, precisava viver minha vida sem fazer concessões a mais nadam nem a ninguém.
Reativei meus perfis no orkut e no hotmail. FOi pelo orkut que conheci uma CD de Manaus, a Marcia Antonelli. Nos conhecemos em um momento que queria jogar meu CDssing fora e retomar uma vida (hoje eu sei) cheia de falsidades. Ela me deu uma serie de dicas sobre auto-aceitação e me ajudou bastante a compreender o meu verdadeiro eu.
Passamos a nos falar regularmente e a tentar sair algumas vezes. Lembro que ela sempre teve uma forte com depilação. Isso me animava muito, porque eu sempre me depilei regularmente e a forma que ela dizia me ajudava a perceber que a Sheilla estava bem madura e precisava sair de vez do casulo.
A pouco eu falei de tentar sair... era isso que sempre acontecia... Nunca sai pra uma balada com a Marcia. Mesmo assim ela teve uma importante participação na minha vida.
Na metade deste ano, tive que voltar a morar com minha irmã.
Isto causou uma serie de transtornos a minha vida, mas não tive escolha. Tive que renunciar a frequencia com que me produzia pra sair... Em casa só podia ficar produzida quando a família dela não estava. Eu só podia sair enquanto ela não estava em casa e não podia receber ninguem... Com tudo isso minha vida ficou bem restrita ao mundo virtual. Desde então tentei retomar o contato com o BCC, com a Betinha e com a Marcela Ribeiro... continua.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Castigo
Como falei no post anterior minha mãe me deu muitos castigos. Um deles foi me colocar em um colegio muito rigido e exclusivo para meninos. Ela me deixava no colegio e me buscava e todos os dias conversava com os meus professores. Eu não entendia muito bem porque ela fazia aquilo, mas eu gostava. Parece que, de repente, passei a ser o centro da atenção da minha mãe. Ela fez isso durante uns 3 anos. Depois passei a ir sozinha para o colegio. Ali eu fiz muitas descobertas. Umas marcantes e outras nem tanto. Por exemplo, foi lá que ganhei o primeiro beijo. Eu tinha uns 13 anos de idade, e gostava de estar acompanhada com os garotos mais velhos. Primeiro porque eles pareciam me defender e segundo, porque eles sempre tinham as melhores brincadeiras. Eu não era como os outros meninos que eles chamavam de "viadinhos". Eu, apesar da delicadeza dos meus gestos, procurava sempre me enturmar com eles mesmo que alguns ficassem me perguntando algumas coisas que me deixavam sem jeito. O Artur era um dos que mais queria saber coisas sobre mim. E toda vez que ele perguntava algo, eu respondia a ele. Eles se reuniam para estudar aos sabados, e eu ia só para ficar perto deles. Um dia, estavamos na casa dele e os outros meninos foram jogar futebol na quadra do conjunto. Eu nunca ia jogar e o Artur ficou me fazendo companhia.
Ele começou a fazer perguntas mais incisivas, tipo: Voce não namora? O que voce faz quando está em casa? Não sei o que ele tinha que me fazia responder a tudo com enorme sinceridade. Até que ele perguntou o que eu achava dele. Eu, sem pensar, disse que gostava de ficar olhando o corpo dele e gostava das decisões rápidas que ele tomava. Então, rapidamente, ele me agarrou, e me beijou de uma forma tão desengoçada, que nem acreditei... correspondi na hora. Demoramos uns 3 minutos naquele amasso. Até que a empregada bateu no quarto dele perguntando se iriamos lanchar... Ele foi rapido e me empurrou e disse que iriamos sim. Fiquei tão sem jeito que não consegui falar mais nada. Depois desse dia, ele passou a dar muitos amassos, depois qeu saiamos do colegio. Ele morava bem perto e eu ia ate a casa dele antes de ir pra casa. O curioso é que nunca passamos dos amassos e beijos. O Artur foi meu primeiro namoradinho.
Ele começou a fazer perguntas mais incisivas, tipo: Voce não namora? O que voce faz quando está em casa? Não sei o que ele tinha que me fazia responder a tudo com enorme sinceridade. Até que ele perguntou o que eu achava dele. Eu, sem pensar, disse que gostava de ficar olhando o corpo dele e gostava das decisões rápidas que ele tomava. Então, rapidamente, ele me agarrou, e me beijou de uma forma tão desengoçada, que nem acreditei... correspondi na hora. Demoramos uns 3 minutos naquele amasso. Até que a empregada bateu no quarto dele perguntando se iriamos lanchar... Ele foi rapido e me empurrou e disse que iriamos sim. Fiquei tão sem jeito que não consegui falar mais nada. Depois desse dia, ele passou a dar muitos amassos, depois qeu saiamos do colegio. Ele morava bem perto e eu ia ate a casa dele antes de ir pra casa. O curioso é que nunca passamos dos amassos e beijos. O Artur foi meu primeiro namoradinho.
domingo, 29 de maio de 2011
Infancia
Um dia desses eu passava em frente a uma loja no centro da cidade, quando comecei alembrar de umas coisas da minha infancia, como a primeira vez que me montei. Foi uma experiencia inesquecível e traumática.
Eu tinha uns 8 ou 9 anos de idade, e tenho uma irmã 3 anos mais velha que eu. Ela estudava em um colégio normal de Manaus. Eu a achava tão charmosa quando estava usando a farda do colégio. Ela usava uma blusa branca, com uma saia azul plissada, pouco abaixo dos joelhos. Mas quando ela chegava na escola, ela dobrava a saia pra ficar um pouco acima dos joelhos. E com a genetica da minha mae favorece as pernas... já sabem né. Ela tinha as pernas bem grossas.
Nós 2 tínhamos uma relação bem próxima mesmo. Ela falava sobre os caras que a paqueravam, sobre como eles se aproximavam, sobre o que ela e as amigas dela conversavam. Passávamos horas a fio falando sobre coisas de menina.
Um certo dia ela saiu pra casa de uma amiga pra fazer um trabalho de colegio. E só voltaria à tarde. Eu aproveitei a saída dela e comecei a usar sua farda. Comecei pela calcinha mais "provocante" da minha irmã, lembro até hoje como era. Depois vesti a farda de normalista completa... gostei tanto do que vi no espelho, que me distrai. Minha irmã voltou mais cedo e me viu montadinha (naquele tempo eu não usava esse termo). Ela fez uma cara de reprovação enorme. E disse que me entregaria pra nossa mãe.
Quando minha mãe chegou do trabalho, me deu um sermão enorme que durou umas 4 horas, com direito a castigo e tudo.Depois disso nunca mais tive a mesma amizade com minha irmã.
Eu tinha uns 8 ou 9 anos de idade, e tenho uma irmã 3 anos mais velha que eu. Ela estudava em um colégio normal de Manaus. Eu a achava tão charmosa quando estava usando a farda do colégio. Ela usava uma blusa branca, com uma saia azul plissada, pouco abaixo dos joelhos. Mas quando ela chegava na escola, ela dobrava a saia pra ficar um pouco acima dos joelhos. E com a genetica da minha mae favorece as pernas... já sabem né. Ela tinha as pernas bem grossas.
Nós 2 tínhamos uma relação bem próxima mesmo. Ela falava sobre os caras que a paqueravam, sobre como eles se aproximavam, sobre o que ela e as amigas dela conversavam. Passávamos horas a fio falando sobre coisas de menina.
Um certo dia ela saiu pra casa de uma amiga pra fazer um trabalho de colegio. E só voltaria à tarde. Eu aproveitei a saída dela e comecei a usar sua farda. Comecei pela calcinha mais "provocante" da minha irmã, lembro até hoje como era. Depois vesti a farda de normalista completa... gostei tanto do que vi no espelho, que me distrai. Minha irmã voltou mais cedo e me viu montadinha (naquele tempo eu não usava esse termo). Ela fez uma cara de reprovação enorme. E disse que me entregaria pra nossa mãe.
Quando minha mãe chegou do trabalho, me deu um sermão enorme que durou umas 4 horas, com direito a castigo e tudo.Depois disso nunca mais tive a mesma amizade com minha irmã.
sábado, 14 de maio de 2011
Saudades...
2007 foi um ano cheio de surpresas. Reencontrei o homem que me fez desabrochar... Eu não o via ha 13 anos.
Foi ótimo poder vê-lo e perceber que ele não me reconheceu. Ele estava com a mulher e, presumo os 2 filhos brincando e se divertindo na pracinha do conjunto onde eu morava. Ele continuava com os mesmos gestos fortes e rápidos. Com o mesmo corpo másculo... Com um pouco de barriga agora... Mas continuava o homem que me fez mulher pela primeira vez. Ele devia ter uns 43 ou 44 anos.
Depois de tê-lo visto percebi o quanto amadureci. A vida me deixou bem calejada e com muita clareza do que quero. Vou contar como eu o conheci...
Eu tinha uns 17 anos. Eu estudava em uma escola (ainda fazia segundo grau) no Centro de Manaus. Era bem tímida, tinha poucas amigas e quase nenhum amigo. Costumava ir às bibliotecas do Centro, para estudar e a bancas de revistas e ficar folheando revistas e revistas, toda semana...rsrs... Amava as revistas de moda, via aquelas modelos lindas e me imaginava vestindo todas aquelas roupas. Acho que por isso sempre gostei de ser magra. Meu caminho era meio repetido. Sempre passava pelas mesmas ruas e tanto fazia se estava um dia ensolarado ou chuvoso. Em uma dessas caminhadas até uma banca de revista que ficava na Av. Joaquim Nabuco, caiu uma chuva bem grossa. Corri ate próximo do portão de uma casa enorme e me escondi embaixo do telhadinho que ficava na frente do portão da garagem dela. Depois de uns 5 minutos de chuva fortíssima, O portão se abriu e ele apareceu. Falou-me que eu estava ensopada (eu estava bem leve com uma camiseta azul bebe e uma calca jeans, e um tênis) e que, se eu quisesse, poderia entrar e esperar a chuva passar. Eu aceitei. Fiquei na varanda da casa, ele entrou e perguntou se eu queria me enxugar. Novamente disse que sim. Ele me convidou pra entrar e começou a mostrar a casa. Eu perguntei se ele morava nela e ele respondeu que não, que apenas tomava conta dela enquanto os patrões dele viajavam. Ele me levou ate o quarto dele que ficava nos fundos da casa, e me deu uma toalha bem grande e indicando a porta do banheiro. Era um banheiro pequeno que ficava ao lado do quarto dele. Quando tirei a camiseta pra me enxugar, ele entrou no banheiro. Ele disse que me via toda semana passar por ali e tinha uma pergunta a me fazer... Eu gelei, porque fiquei muito surpresa com a invasão dele. Nada falei. Ele me perguntou se eu tinha namorado... Fiz uma cara de "não entendi". Ele então chegou bem perto de mim e como não me afastei, ficamos tão perto que percebi que ele era mais alto que eu e bem mais forte, e que também era mais velho (depois ele me disse que tinha 27, naquela época). Ele fez outra pergunta: Se eu queria algo com ele. Achei muito estranho... Um desconhecido fazendo aquelas perguntas! Enchi-me de coragem e lhe disse que eu gostava de meninos sim, mas que não estava interessada nele e mais, naquele momento eu só queria me enxugar. Disse isso e, num ímpeto, o empurrei pra longe de mim. Ele saiu do banheiro, eu fechei a porta... Enxuguei-me toda, mas fiquei pensando: Eu queria perder a virgindade e poderia ser naquele momento. Como meu jeans estava beeem molhado, sai do banheiro enrolada na toalha e fui direto pro quarto dele. Naquela época minha pele ainda era bem macia e tinha quase nenhum pelo. Foi demais... Tratou-me muito bem, por que percebeu que eu não sabia fazer nada. Deu-me o Maximo de carinho. Ate hoje lembro aquele dia... Depois disso fiquei indo naquela casa todas as vezes que os patrões dele viajavam. Foi nessa época que adquiri as primeiras roupas da Sheila, fui muito incentivada por ele. Naquela casa eu passava a maior parte do tempo montada, queria sempre estar linda pra ele... Ele me ensinou muitas coisas sobre amar alguém e eu aprendi como se sente uma mulher bem amada. Passamos 3 anos juntos.
Quando o vi, em dezembro de 2007, confesso que tive vontade de ir lá com ele e, talvez, matar a minha saudade.
Foi ótimo poder vê-lo e perceber que ele não me reconheceu. Ele estava com a mulher e, presumo os 2 filhos brincando e se divertindo na pracinha do conjunto onde eu morava. Ele continuava com os mesmos gestos fortes e rápidos. Com o mesmo corpo másculo... Com um pouco de barriga agora... Mas continuava o homem que me fez mulher pela primeira vez. Ele devia ter uns 43 ou 44 anos.
Depois de tê-lo visto percebi o quanto amadureci. A vida me deixou bem calejada e com muita clareza do que quero. Vou contar como eu o conheci...
Eu tinha uns 17 anos. Eu estudava em uma escola (ainda fazia segundo grau) no Centro de Manaus. Era bem tímida, tinha poucas amigas e quase nenhum amigo. Costumava ir às bibliotecas do Centro, para estudar e a bancas de revistas e ficar folheando revistas e revistas, toda semana...rsrs... Amava as revistas de moda, via aquelas modelos lindas e me imaginava vestindo todas aquelas roupas. Acho que por isso sempre gostei de ser magra. Meu caminho era meio repetido. Sempre passava pelas mesmas ruas e tanto fazia se estava um dia ensolarado ou chuvoso. Em uma dessas caminhadas até uma banca de revista que ficava na Av. Joaquim Nabuco, caiu uma chuva bem grossa. Corri ate próximo do portão de uma casa enorme e me escondi embaixo do telhadinho que ficava na frente do portão da garagem dela. Depois de uns 5 minutos de chuva fortíssima, O portão se abriu e ele apareceu. Falou-me que eu estava ensopada (eu estava bem leve com uma camiseta azul bebe e uma calca jeans, e um tênis) e que, se eu quisesse, poderia entrar e esperar a chuva passar. Eu aceitei. Fiquei na varanda da casa, ele entrou e perguntou se eu queria me enxugar. Novamente disse que sim. Ele me convidou pra entrar e começou a mostrar a casa. Eu perguntei se ele morava nela e ele respondeu que não, que apenas tomava conta dela enquanto os patrões dele viajavam. Ele me levou ate o quarto dele que ficava nos fundos da casa, e me deu uma toalha bem grande e indicando a porta do banheiro. Era um banheiro pequeno que ficava ao lado do quarto dele. Quando tirei a camiseta pra me enxugar, ele entrou no banheiro. Ele disse que me via toda semana passar por ali e tinha uma pergunta a me fazer... Eu gelei, porque fiquei muito surpresa com a invasão dele. Nada falei. Ele me perguntou se eu tinha namorado... Fiz uma cara de "não entendi". Ele então chegou bem perto de mim e como não me afastei, ficamos tão perto que percebi que ele era mais alto que eu e bem mais forte, e que também era mais velho (depois ele me disse que tinha 27, naquela época). Ele fez outra pergunta: Se eu queria algo com ele. Achei muito estranho... Um desconhecido fazendo aquelas perguntas! Enchi-me de coragem e lhe disse que eu gostava de meninos sim, mas que não estava interessada nele e mais, naquele momento eu só queria me enxugar. Disse isso e, num ímpeto, o empurrei pra longe de mim. Ele saiu do banheiro, eu fechei a porta... Enxuguei-me toda, mas fiquei pensando: Eu queria perder a virgindade e poderia ser naquele momento. Como meu jeans estava beeem molhado, sai do banheiro enrolada na toalha e fui direto pro quarto dele. Naquela época minha pele ainda era bem macia e tinha quase nenhum pelo. Foi demais... Tratou-me muito bem, por que percebeu que eu não sabia fazer nada. Deu-me o Maximo de carinho. Ate hoje lembro aquele dia... Depois disso fiquei indo naquela casa todas as vezes que os patrões dele viajavam. Foi nessa época que adquiri as primeiras roupas da Sheila, fui muito incentivada por ele. Naquela casa eu passava a maior parte do tempo montada, queria sempre estar linda pra ele... Ele me ensinou muitas coisas sobre amar alguém e eu aprendi como se sente uma mulher bem amada. Passamos 3 anos juntos.
Quando o vi, em dezembro de 2007, confesso que tive vontade de ir lá com ele e, talvez, matar a minha saudade.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Lembrancas
Entre 2002 e 2005 eu fiquei muito deprimida... Estava chegando aos 30 e a minha vida tava uma bagunça.
Decidi jogar toda a minha vida fora e tentar um novo caminho. Tentei me enganar.
Voltei a me montar e recomecei amontar meu guarda-roupas só em 2006. Fui montando aos poucos, pois morava em um apartamento alugado e as despesas eram altas. Mas era emocionante, por que o apto era em um bloco afastado da entrada da rua... Eu me montava nas sextas-feiras no final da noite e começo da madrugada e saía pelo conjunto até sair na rua. Onde eu morava ficava perto de um ponto de travestis. Eu me afastava um pouco do caminho delas, por que algumas eram bem violentas. Mas eu amava passear na Av. Djalma Batista toda montada. Como eu sempre fui bem "recatada" eu não costumava sair de mini-saia (apesar de amar usá-las, por causa das minhas pernas), só usava roupas normais e pouco chamativas. Eu sempre fui muito discreta. Voltava pra casa sempre no meio da madrugada, pois tinha que dormir e trabalhava aos sabados.
Foi um tempo de solidão. Fiquei sem ninguem durante muito tempo. Quando chegou 2007, veio uma vontade enorme de me sentir mais feminina. Eu já tinha muitas roupinhas mesmo... Já voltava a ir pro trabalho montada por baixo (de calcinha e meia kendall, as vezes ia de mini-saia de cotton que amo). Lá era bem frio por causa dos equipamentos.. ai nao sentia calor mesmo. Estava sempre depilada e meus cremes sempre me deixavam bem confortavel.
Hoje eu to cansada... Escrevo mais amanhã...
Beijos a todos!!!
Decidi jogar toda a minha vida fora e tentar um novo caminho. Tentei me enganar.
Voltei a me montar e recomecei amontar meu guarda-roupas só em 2006. Fui montando aos poucos, pois morava em um apartamento alugado e as despesas eram altas. Mas era emocionante, por que o apto era em um bloco afastado da entrada da rua... Eu me montava nas sextas-feiras no final da noite e começo da madrugada e saía pelo conjunto até sair na rua. Onde eu morava ficava perto de um ponto de travestis. Eu me afastava um pouco do caminho delas, por que algumas eram bem violentas. Mas eu amava passear na Av. Djalma Batista toda montada. Como eu sempre fui bem "recatada" eu não costumava sair de mini-saia (apesar de amar usá-las, por causa das minhas pernas), só usava roupas normais e pouco chamativas. Eu sempre fui muito discreta. Voltava pra casa sempre no meio da madrugada, pois tinha que dormir e trabalhava aos sabados.
Foi um tempo de solidão. Fiquei sem ninguem durante muito tempo. Quando chegou 2007, veio uma vontade enorme de me sentir mais feminina. Eu já tinha muitas roupinhas mesmo... Já voltava a ir pro trabalho montada por baixo (de calcinha e meia kendall, as vezes ia de mini-saia de cotton que amo). Lá era bem frio por causa dos equipamentos.. ai nao sentia calor mesmo. Estava sempre depilada e meus cremes sempre me deixavam bem confortavel.
Hoje eu to cansada... Escrevo mais amanhã...
Beijos a todos!!!
sábado, 9 de abril de 2011
Lojas...
Eu estava conversando com uma amiga sobre as lojas em que já comprei algo e fui bem atendida.
E foi um papo interessante porque a maioria de nós, faz suas comprinhas dizendo pra vendedora (caso ela pergunte) que é para a namorada (quase sempre ficticia).
Eu fazia isso também, mas em um certo momento da vida passei a dizer à vendedora que a roupa era pra mim mesma. Isso se tornou um marco na minha vida, pois passei a me orgulhar de mim um pouco mais.
Em um proximo post, falarei em quais lojas ja fiz compras e tive um bom atendimento quando disse que as roupas ou acessorios eram pra mim.
E foi um papo interessante porque a maioria de nós, faz suas comprinhas dizendo pra vendedora (caso ela pergunte) que é para a namorada (quase sempre ficticia).
Eu fazia isso também, mas em um certo momento da vida passei a dizer à vendedora que a roupa era pra mim mesma. Isso se tornou um marco na minha vida, pois passei a me orgulhar de mim um pouco mais.
Em um proximo post, falarei em quais lojas ja fiz compras e tive um bom atendimento quando disse que as roupas ou acessorios eram pra mim.
sábado, 2 de abril de 2011
Soutien aparecendo
Eu achava meio vulgar deixar o soutien a mostra.
Mas aprendi que tem umas roupas que fica bem legal deixar as alcinhas a mostra. Desde que sejam daquelas transparentes... com vestidinhos lisos e cavados. Ou, claro, com blusas com decote em canoa.
Eu gostei bastante do visual com as minhas alcinhas à mostra! Eu tinha umas blusas que não usava por causa disso... mas de uns tempos pra cá, perdia vergonha de usá-las... Um dia desses coloco umas fotos pra mostrar...
Mas aprendi que tem umas roupas que fica bem legal deixar as alcinhas a mostra. Desde que sejam daquelas transparentes... com vestidinhos lisos e cavados. Ou, claro, com blusas com decote em canoa.
Eu gostei bastante do visual com as minhas alcinhas à mostra! Eu tinha umas blusas que não usava por causa disso... mas de uns tempos pra cá, perdia vergonha de usá-las... Um dia desses coloco umas fotos pra mostrar...
Lingerie vermelha
Comprei muita lingerie vermelha... Acho que exagerei um pouco... kkk.
Afinal, quem nunca usou uma lingerie vermelha deveria usar!!!
O vermelho é tudo!!!
Vale a pena usar em ocasiões especiais, quando nos encontramos com quem merece.
A cor vermelha atiça a aimaginação e nos deixa sexy.
E faz a gente realizar a fantasia de quem nos acompanha...
Adoro vermelho.
Afinal, quem nunca usou uma lingerie vermelha deveria usar!!!
O vermelho é tudo!!!
Vale a pena usar em ocasiões especiais, quando nos encontramos com quem merece.
A cor vermelha atiça a aimaginação e nos deixa sexy.
E faz a gente realizar a fantasia de quem nos acompanha...
Adoro vermelho.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Quero voltar!
Depois de algumas crises, vou voltar a postar alguma coisa...
Mas vou deixar para o fim de semana. Afinal ainda estou convalescendo...
Tchauzinho meninas e até mais....
Bjkaz da Sheilla
Mas vou deixar para o fim de semana. Afinal ainda estou convalescendo...
Tchauzinho meninas e até mais....
Bjkaz da Sheilla
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Hormonios
Eu comecei a tomar hormonios em 2001. Estava bastante influenciada pelo acompanhamento online da hormonização da Betinha e pelas conversas que tinha com uma amiga virtual que fazia graduação em farmacia na federal de Minas Gerais. Com esta minha amiga eu trocava email sobre minhas duvidas e opinioes e ela me indicava literatura técnica eartigos cientificos. Eu achava ela super... apesar de nunca te-la conhecido pessoalmente.
Eu comecei a tomar diariamente o premarin 0,625mg e logo depois do primeiro mês já percebia os efeitos principalmente em relação a maciez da pele e ao crescimentos dos seios. Eu comecei a ter peitinhos!!!! Comecei a fazer um exercicio de sucção diário com aquelas bombinhas que vende na farmácia e depois do segundo mês os bicos dos seios já estavam bem salientes. Nada mal pra quem era bem reta...rsrs. Com três meses comecei a usar sooutien de menina-moça. Achava aquilo demais. As mudanças até o quarto mês eram principalmente nos seios. No quinto mÊs, comecei a notar as gordurinhas se espalhando de forma diferente pelo corpo, tive que comprar novas rouas com um numero a mais. Eu vestia calça 38 e passei a usar 40. As calças começaram a cair tão e ame deixar tão maravilhosa que eu queria comprar roupas novas todo final de semana. Virei uma consumista nata. Meus braços perderam a rigidez e meu rosto estava arredondando. Eu estava ficando com um jeito muito androgino e isso começou a afetar meu ambiente de trabalho. Não em relação às pessoas que já trabalhavam comigo, mas em relação aos novatos. Alguns ficavam perguntando às colegas sobre mim. Neste momento, após seis meses de hormonização direta, resolvi parar. Fui parando gradualkmente, seguindo a recomendação da minha amiga. Até que 10 meses depois, parei totalmente. Isso era por volta de março de 2002.
É isso. Outro dia conto mais.
Eu comecei a tomar diariamente o premarin 0,625mg e logo depois do primeiro mês já percebia os efeitos principalmente em relação a maciez da pele e ao crescimentos dos seios. Eu comecei a ter peitinhos!!!! Comecei a fazer um exercicio de sucção diário com aquelas bombinhas que vende na farmácia e depois do segundo mês os bicos dos seios já estavam bem salientes. Nada mal pra quem era bem reta...rsrs. Com três meses comecei a usar sooutien de menina-moça. Achava aquilo demais. As mudanças até o quarto mês eram principalmente nos seios. No quinto mÊs, comecei a notar as gordurinhas se espalhando de forma diferente pelo corpo, tive que comprar novas rouas com um numero a mais. Eu vestia calça 38 e passei a usar 40. As calças começaram a cair tão e ame deixar tão maravilhosa que eu queria comprar roupas novas todo final de semana. Virei uma consumista nata. Meus braços perderam a rigidez e meu rosto estava arredondando. Eu estava ficando com um jeito muito androgino e isso começou a afetar meu ambiente de trabalho. Não em relação às pessoas que já trabalhavam comigo, mas em relação aos novatos. Alguns ficavam perguntando às colegas sobre mim. Neste momento, após seis meses de hormonização direta, resolvi parar. Fui parando gradualkmente, seguindo a recomendação da minha amiga. Até que 10 meses depois, parei totalmente. Isso era por volta de março de 2002.
É isso. Outro dia conto mais.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Salto....
Muita coisa aconteceu no final dos anos 90. Até comigo. Mudei de endereço e passei a morar sozinha pela primeira vez na vida. Tive que aprender a ser dona-de-casa tambem. Ainda bem que tenho talento para a cozinha e aprendi bem rapido a fazer varios tipos de salada (afinal, sou quase uma vegetariana... rs). Mas e as outras coisas? Eu morava em um apartamento de 2 quartos, de frente para uma avenida. Já sabe né... Limpeza de apartamento todo dia não é mole não. E as roupas então... Se não fosse uma lavadora meia-boca que eu tinha... sei não. Mas nem tudo eram espinhos. Tinhas as flores também. E a melhor das flores era poder ficar montada o dia inteiro.
Eu seguia uma rotina bem interessante... Nos dias de semana, eu acordava bem cedo e tomava um super banho e depois ficava meia hora ou mais passando diversos tipos de creme... Gente, voce não acreditam como era o meu armario...rsrs. Depois tomava um suquinho com biscoito e ia para o trabalho. Eu trabalhava em um escritotio de Contabilidade no centro da cidade. E tinha algumas amigas que ficavam admiradas com a maciez e textura da minha pele. Eu estava sempre com as unhas bem feitas (pena que nao podia usar cores nos esmaltes durante a semana). Deixei meus cabelos crescerem. Ficaram bem com o comprimento logo abaixo dos ombros. E isso gerou uma preocupaçao a mais. Primeiro, eu precisava andar com os cabelos amarrados durante o dia, quando chegava em casa eles estavam super marcados. Mas durante o final de semana eles sempre ficavam soltos. Quando eu voltava pra casa do trabalho, Tomava um outro super banho, me jogava na cama e recomeçava a sessão de cremes. Eu sempre ficava super a vontade em casa. Era comum ficar de blusa e calcinha. Afinal não tinha ninguém nem pra me visitar... Passei uns 6 meses até arrumar um namorado. Nos finais de semana eu não ia pro escritorio, então eu cuidava muito mais de mim. Como tinha poucos pelos, só me depilava nos finais de semana. Depois da depilação com cera quente, eu colocava a roupa pra lavar e ia tentar me bronzear na minuscula varanda do apartamento. Era terceiro e ultimo andar do predio, eu botava um biquini asa delta (eu tinha uns 3 ou 4, só) e ficava ate umas 11 da manhã. Um certo sábado um vizinho foi até o meu apartamento... quando alguem batia a minha porta, eu colocava uma camiseta grande e ia atender na porta. Ele começou a falar de amenidades e perguntou se eu morava sozinha (claro que ele perguntava no masculino). Me disse que conhecia a antiga moradora do apartamento, etc.. Eu achei estranho e pensei que fosse um assalto. Mas depois, ele passou a ir quase todos os sabados puxar conversa comigo... Na terceira vez que ele fez isso, convidei-o a entrar. E almocamos juntos... era macarrao. Como ele ja sabia que eu morava sozinha, ele disse que eu cozinhava muito bem e que estava achando delicioso. Amei aquilo e, neste momento percebi a cantada. Nooossa... Eu nunca havia sido cantada por um homem. Foi demais!!! Nas outras visitas eu fazia questão de sempre fazer algo diferente. Ele começou a ir mais cedo e todos os sabados.
Eu sabia que ele morava no conjunto, mas nao sabia em qual bloco e apartamento. E, enfim numa dessas visitas, eu deixei a camiseta molhar atras. Quando eu fui ate a cozinha percebi que ele ficou me seguindo com o olhar. Eu perguntei se ele sabia que, as vezes, eu ficava na varanda. Ele disse que sim, que ja tinha me visto varias vezes. Então eu perguntei dele se ele tinha visto alguma coisa assim... Ele me interrompeu e disse que tinha visto sim. E acrescentou que achava meu biquini muito sensual. Eu fiquei vermelha, roxa, sei lá. Sei que com um impulso, perguntei se ele gostava do que via. Ele disse que não via a hora ver bem de perto... Já sabem o que aconteceu depois né... Nesse tempo eu já morava a uns 5 a 6 meses nesse conjunto de apartamentos e estava sozinha e carente. Ficamos por 3 meses. Ele passou a ir todos os finais de semana lá pra casa.
Foi um período muito feliz da minha vida. Eu amava cordar ao lado dele, preparar seu café, muitas vezes ele levava algumas roupas dele pra eu lavar. Pena ter terminado da mesma forma que comecou. Sem nenhuma explicação, sem nenhum tchau. Ele se mudou da cidade e nunca mais apareceu.
Eu seguia uma rotina bem interessante... Nos dias de semana, eu acordava bem cedo e tomava um super banho e depois ficava meia hora ou mais passando diversos tipos de creme... Gente, voce não acreditam como era o meu armario...rsrs. Depois tomava um suquinho com biscoito e ia para o trabalho. Eu trabalhava em um escritotio de Contabilidade no centro da cidade. E tinha algumas amigas que ficavam admiradas com a maciez e textura da minha pele. Eu estava sempre com as unhas bem feitas (pena que nao podia usar cores nos esmaltes durante a semana). Deixei meus cabelos crescerem. Ficaram bem com o comprimento logo abaixo dos ombros. E isso gerou uma preocupaçao a mais. Primeiro, eu precisava andar com os cabelos amarrados durante o dia, quando chegava em casa eles estavam super marcados. Mas durante o final de semana eles sempre ficavam soltos. Quando eu voltava pra casa do trabalho, Tomava um outro super banho, me jogava na cama e recomeçava a sessão de cremes. Eu sempre ficava super a vontade em casa. Era comum ficar de blusa e calcinha. Afinal não tinha ninguém nem pra me visitar... Passei uns 6 meses até arrumar um namorado. Nos finais de semana eu não ia pro escritorio, então eu cuidava muito mais de mim. Como tinha poucos pelos, só me depilava nos finais de semana. Depois da depilação com cera quente, eu colocava a roupa pra lavar e ia tentar me bronzear na minuscula varanda do apartamento. Era terceiro e ultimo andar do predio, eu botava um biquini asa delta (eu tinha uns 3 ou 4, só) e ficava ate umas 11 da manhã. Um certo sábado um vizinho foi até o meu apartamento... quando alguem batia a minha porta, eu colocava uma camiseta grande e ia atender na porta. Ele começou a falar de amenidades e perguntou se eu morava sozinha (claro que ele perguntava no masculino). Me disse que conhecia a antiga moradora do apartamento, etc.. Eu achei estranho e pensei que fosse um assalto. Mas depois, ele passou a ir quase todos os sabados puxar conversa comigo... Na terceira vez que ele fez isso, convidei-o a entrar. E almocamos juntos... era macarrao. Como ele ja sabia que eu morava sozinha, ele disse que eu cozinhava muito bem e que estava achando delicioso. Amei aquilo e, neste momento percebi a cantada. Nooossa... Eu nunca havia sido cantada por um homem. Foi demais!!! Nas outras visitas eu fazia questão de sempre fazer algo diferente. Ele começou a ir mais cedo e todos os sabados.
Eu sabia que ele morava no conjunto, mas nao sabia em qual bloco e apartamento. E, enfim numa dessas visitas, eu deixei a camiseta molhar atras. Quando eu fui ate a cozinha percebi que ele ficou me seguindo com o olhar. Eu perguntei se ele sabia que, as vezes, eu ficava na varanda. Ele disse que sim, que ja tinha me visto varias vezes. Então eu perguntei dele se ele tinha visto alguma coisa assim... Ele me interrompeu e disse que tinha visto sim. E acrescentou que achava meu biquini muito sensual. Eu fiquei vermelha, roxa, sei lá. Sei que com um impulso, perguntei se ele gostava do que via. Ele disse que não via a hora ver bem de perto... Já sabem o que aconteceu depois né... Nesse tempo eu já morava a uns 5 a 6 meses nesse conjunto de apartamentos e estava sozinha e carente. Ficamos por 3 meses. Ele passou a ir todos os finais de semana lá pra casa.
Foi um período muito feliz da minha vida. Eu amava cordar ao lado dele, preparar seu café, muitas vezes ele levava algumas roupas dele pra eu lavar. Pena ter terminado da mesma forma que comecou. Sem nenhuma explicação, sem nenhum tchau. Ele se mudou da cidade e nunca mais apareceu.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Pra terminar...
Quando cheguei no medico fiquei meio sem jeito, porque o consultorio era uma casa modificada e haviam umas 4 pessoas antes de mim. era por volta do meio dia e ele era um clinico geral. Fui direto na secretaria e perguntei como eu faria para ser atendida e ela respondeu que era por ordem de chegada e que as pessoas tambem estavam aguardando sua vez de atendimento.
Fiquei lendo uma revista, bem distraida, por alguns momentos. Ate que chegou minha vez e o medico fez sua parte, perguntando pelos sintomas... etc. Perguntou tambem se eu tomava algum remedio. Me falou que eu estava abaixo do peso.. etc. Como ele me achou magra, j[a valeu pelo "elogio". rs.
Ele me deu o atestado que eu precisava e entao sai. Foi uando percebi que ja era noite e que eu precisava correr para chegar em casa logo e me desmontar.
Voltei pra casa e na outra semana, devolvi a roupa da minha amiga travesti.
Fico por aqui...
Beijos da Sheilla
Fiquei lendo uma revista, bem distraida, por alguns momentos. Ate que chegou minha vez e o medico fez sua parte, perguntando pelos sintomas... etc. Perguntou tambem se eu tomava algum remedio. Me falou que eu estava abaixo do peso.. etc. Como ele me achou magra, j[a valeu pelo "elogio". rs.
Ele me deu o atestado que eu precisava e entao sai. Foi uando percebi que ja era noite e que eu precisava correr para chegar em casa logo e me desmontar.
Voltei pra casa e na outra semana, devolvi a roupa da minha amiga travesti.
Fico por aqui...
Beijos da Sheilla
domingo, 9 de janeiro de 2011
Mais um pouquinho.
Claro que aquelas minhas saidas nas madrugadas eram sempre cheias de adrenalina. Lembro que uma vez eu estava bem solta mesmo, pois tinha conseguido uma promoção no emprego e estava bem feliz. Ai fui comprar umas roupas novas para o guarda roupas feminino. Eu era bem resolvida nesta epoca e pedia pra experimentar as roupas em algumas lojas em que ia com frequencia. No inicio, eu ficava meio constrangida, ate que uma vendedora de uma loja me perguntou pra quem eu comprava as roupas... eu, num relance, disse que era pra mim. A moça tomou um susto, mas pra não perder a venda, me encaminhou ao box e ainda me ofereceu ajuda. Fiquei bem a vontade e fiz uma compra até maior do que eu imaginava. Amei aquilo tudo e depois disso, eu ia nas lojas e o maximo que as vendedoras diziam era que as roupas não podiam ser experimentadas e como sempre fui bem discreta, só saia da loja e nunca mais voltava ali.
Mas, vamos voltar aquele dia feliz... Eu sempre fui magra (só engordei nos ultimos anos, por puro desleixo. Este ano tracei como meta voltar aos 60kg... tomara que consiga) e gosto de conjuntos sociais discretos combinados com saltos medios bem confortaveis e uma maquiagem leve. Entao naquele dia comprei um conjunto de saia preta e blusa branca com a gola com babados linda. E tambem comprei um salto preto, pra combinar com uma bolsa preta que tinha. Voltei pra casa e me montei em seguida. Esperei dar umas 22 horas e sai. Como costumava fazer, estacionei em uma rua meio escura, proxima do Teatro Amazonas e desci a pe ate uma esquina que servia de ponto pra umas travas. Eu tinha conhecido a algum tempo uma travesti que tinha uns 20 anos de idade (nessa epoca eu tinha quase 30). Ela era super legal comigo, conversamos algumas vezes bem rapido. Mas nessa noite, o babado tava fraco pra ela. Passamos quase a madrugada inteira conversando e os caras mexiam com a gente, ela ia lá e os caras pediam pra eu me aproximar. Como eu nao fazia, e nem faço, programa, acabava dispensando eles. Depois a gente ria muito daquela situação toda. Quando deu umas 3 horas da madrugada, eu resolvi ir embora, porque eu trabalhava durante o dia e precisava dormir um pouco. Ela pediu uma carona. Ai fomos pra casa dela e por lá dormimos. Amanheceu o dia e eu toda montada ainda e tendo que ir para o trabalho... Liguei para o meu chefe e disse que estava meio doente. Ele disse que não tinha problema, mas pra eu levar atestado... Agora, como ir no medico montada? Eu nao podia voltar em casa por que ainda morava com meus pais. Fiquei super nervosa e a travesti morrendo de rir da minha situação. Aí, pdedi uma roupa emprestada dela... Ela só tinha calças coladérrimas e blusas coloridas. Não deu outra. Fui no medico assim mesmo.
Mas esta outra parte da historia conto outro dia, pois minha memoria começa a falhar.
Bjkaz da Sheilla
Mas, vamos voltar aquele dia feliz... Eu sempre fui magra (só engordei nos ultimos anos, por puro desleixo. Este ano tracei como meta voltar aos 60kg... tomara que consiga) e gosto de conjuntos sociais discretos combinados com saltos medios bem confortaveis e uma maquiagem leve. Entao naquele dia comprei um conjunto de saia preta e blusa branca com a gola com babados linda. E tambem comprei um salto preto, pra combinar com uma bolsa preta que tinha. Voltei pra casa e me montei em seguida. Esperei dar umas 22 horas e sai. Como costumava fazer, estacionei em uma rua meio escura, proxima do Teatro Amazonas e desci a pe ate uma esquina que servia de ponto pra umas travas. Eu tinha conhecido a algum tempo uma travesti que tinha uns 20 anos de idade (nessa epoca eu tinha quase 30). Ela era super legal comigo, conversamos algumas vezes bem rapido. Mas nessa noite, o babado tava fraco pra ela. Passamos quase a madrugada inteira conversando e os caras mexiam com a gente, ela ia lá e os caras pediam pra eu me aproximar. Como eu nao fazia, e nem faço, programa, acabava dispensando eles. Depois a gente ria muito daquela situação toda. Quando deu umas 3 horas da madrugada, eu resolvi ir embora, porque eu trabalhava durante o dia e precisava dormir um pouco. Ela pediu uma carona. Ai fomos pra casa dela e por lá dormimos. Amanheceu o dia e eu toda montada ainda e tendo que ir para o trabalho... Liguei para o meu chefe e disse que estava meio doente. Ele disse que não tinha problema, mas pra eu levar atestado... Agora, como ir no medico montada? Eu nao podia voltar em casa por que ainda morava com meus pais. Fiquei super nervosa e a travesti morrendo de rir da minha situação. Aí, pdedi uma roupa emprestada dela... Ela só tinha calças coladérrimas e blusas coloridas. Não deu outra. Fui no medico assim mesmo.
Mas esta outra parte da historia conto outro dia, pois minha memoria começa a falhar.
Bjkaz da Sheilla
sábado, 8 de janeiro de 2011
Contando mais
Prometi que por aqui eu iria contar as minhas coisinhas e meu mundinho. Por isso to voltando aqui. Pra contar mais.
Fiz amizade com a Betinha, ela é maravilhosa. Foi uma das CDs que mais conversei na Net, é uma pena ainda não te-la conhecido pessoalmente. Ela foi uma das organizadoras principais do BCC. Eu participava dos chats da comunidade crossdresser, e era bem ativa. Passei os anos de 1996 a 1998, apenas vivendo o mundo CD virtualmente. Eu não tinha coragem de conhecer outras pessoas fora da internet. Até que saí montada pela primeira vez... Fui até o centro da cidade e, como moro em Manaus, a noite o centro só era movimentado nos finais de semana. Ainda lembro que passei a dar umas voltinhas toda montada no meio das semanas. Era o máximo, deixar aqueles vigilantes confusos com meu rebolado. Eles estavam acostumados a verem travestis com micro saias, shortinhos minusculos e outras roupas mais sensuais. Eu saía com minhas roupas bem caretas (conjuntos de blaiser e saias bege ou calças sociais e salto medio) e ele nao entendiam (ate chegar perto, claro) quem era aquela morena que estava sozinha no inicio da madrugada. Eram juito excitante aquela situação toda.
Bom, fico por aqui mais uma vez... Espero ser mais frequente nas postagens durante este ano... Por que 2011 promete ser um bom ano pra mim.
Beijinhos a todos.
Sheilla
Fiz amizade com a Betinha, ela é maravilhosa. Foi uma das CDs que mais conversei na Net, é uma pena ainda não te-la conhecido pessoalmente. Ela foi uma das organizadoras principais do BCC. Eu participava dos chats da comunidade crossdresser, e era bem ativa. Passei os anos de 1996 a 1998, apenas vivendo o mundo CD virtualmente. Eu não tinha coragem de conhecer outras pessoas fora da internet. Até que saí montada pela primeira vez... Fui até o centro da cidade e, como moro em Manaus, a noite o centro só era movimentado nos finais de semana. Ainda lembro que passei a dar umas voltinhas toda montada no meio das semanas. Era o máximo, deixar aqueles vigilantes confusos com meu rebolado. Eles estavam acostumados a verem travestis com micro saias, shortinhos minusculos e outras roupas mais sensuais. Eu saía com minhas roupas bem caretas (conjuntos de blaiser e saias bege ou calças sociais e salto medio) e ele nao entendiam (ate chegar perto, claro) quem era aquela morena que estava sozinha no inicio da madrugada. Eram juito excitante aquela situação toda.
Bom, fico por aqui mais uma vez... Espero ser mais frequente nas postagens durante este ano... Por que 2011 promete ser um bom ano pra mim.
Beijinhos a todos.
Sheilla
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