2007 foi um ano cheio de surpresas. Reencontrei o homem que me fez desabrochar... Eu não o via ha 13 anos.
Foi ótimo poder vê-lo e perceber que ele não me reconheceu. Ele estava com a mulher e, presumo os 2 filhos brincando e se divertindo na pracinha do conjunto onde eu morava. Ele continuava com os mesmos gestos fortes e rápidos. Com o mesmo corpo másculo... Com um pouco de barriga agora... Mas continuava o homem que me fez mulher pela primeira vez. Ele devia ter uns 43 ou 44 anos.
Depois de tê-lo visto percebi o quanto amadureci. A vida me deixou bem calejada e com muita clareza do que quero. Vou contar como eu o conheci...
Eu tinha uns 17 anos. Eu estudava em uma escola (ainda fazia segundo grau) no Centro de Manaus. Era bem tímida, tinha poucas amigas e quase nenhum amigo. Costumava ir às bibliotecas do Centro, para estudar e a bancas de revistas e ficar folheando revistas e revistas, toda semana...rsrs... Amava as revistas de moda, via aquelas modelos lindas e me imaginava vestindo todas aquelas roupas. Acho que por isso sempre gostei de ser magra. Meu caminho era meio repetido. Sempre passava pelas mesmas ruas e tanto fazia se estava um dia ensolarado ou chuvoso. Em uma dessas caminhadas até uma banca de revista que ficava na Av. Joaquim Nabuco, caiu uma chuva bem grossa. Corri ate próximo do portão de uma casa enorme e me escondi embaixo do telhadinho que ficava na frente do portão da garagem dela. Depois de uns 5 minutos de chuva fortíssima, O portão se abriu e ele apareceu. Falou-me que eu estava ensopada (eu estava bem leve com uma camiseta azul bebe e uma calca jeans, e um tênis) e que, se eu quisesse, poderia entrar e esperar a chuva passar. Eu aceitei. Fiquei na varanda da casa, ele entrou e perguntou se eu queria me enxugar. Novamente disse que sim. Ele me convidou pra entrar e começou a mostrar a casa. Eu perguntei se ele morava nela e ele respondeu que não, que apenas tomava conta dela enquanto os patrões dele viajavam. Ele me levou ate o quarto dele que ficava nos fundos da casa, e me deu uma toalha bem grande e indicando a porta do banheiro. Era um banheiro pequeno que ficava ao lado do quarto dele. Quando tirei a camiseta pra me enxugar, ele entrou no banheiro. Ele disse que me via toda semana passar por ali e tinha uma pergunta a me fazer... Eu gelei, porque fiquei muito surpresa com a invasão dele. Nada falei. Ele me perguntou se eu tinha namorado... Fiz uma cara de "não entendi". Ele então chegou bem perto de mim e como não me afastei, ficamos tão perto que percebi que ele era mais alto que eu e bem mais forte, e que também era mais velho (depois ele me disse que tinha 27, naquela época). Ele fez outra pergunta: Se eu queria algo com ele. Achei muito estranho... Um desconhecido fazendo aquelas perguntas! Enchi-me de coragem e lhe disse que eu gostava de meninos sim, mas que não estava interessada nele e mais, naquele momento eu só queria me enxugar. Disse isso e, num ímpeto, o empurrei pra longe de mim. Ele saiu do banheiro, eu fechei a porta... Enxuguei-me toda, mas fiquei pensando: Eu queria perder a virgindade e poderia ser naquele momento. Como meu jeans estava beeem molhado, sai do banheiro enrolada na toalha e fui direto pro quarto dele. Naquela época minha pele ainda era bem macia e tinha quase nenhum pelo. Foi demais... Tratou-me muito bem, por que percebeu que eu não sabia fazer nada. Deu-me o Maximo de carinho. Ate hoje lembro aquele dia... Depois disso fiquei indo naquela casa todas as vezes que os patrões dele viajavam. Foi nessa época que adquiri as primeiras roupas da Sheila, fui muito incentivada por ele. Naquela casa eu passava a maior parte do tempo montada, queria sempre estar linda pra ele... Ele me ensinou muitas coisas sobre amar alguém e eu aprendi como se sente uma mulher bem amada. Passamos 3 anos juntos.
Quando o vi, em dezembro de 2007, confesso que tive vontade de ir lá com ele e, talvez, matar a minha saudade.
Foi ótimo poder vê-lo e perceber que ele não me reconheceu. Ele estava com a mulher e, presumo os 2 filhos brincando e se divertindo na pracinha do conjunto onde eu morava. Ele continuava com os mesmos gestos fortes e rápidos. Com o mesmo corpo másculo... Com um pouco de barriga agora... Mas continuava o homem que me fez mulher pela primeira vez. Ele devia ter uns 43 ou 44 anos.
Depois de tê-lo visto percebi o quanto amadureci. A vida me deixou bem calejada e com muita clareza do que quero. Vou contar como eu o conheci...
Eu tinha uns 17 anos. Eu estudava em uma escola (ainda fazia segundo grau) no Centro de Manaus. Era bem tímida, tinha poucas amigas e quase nenhum amigo. Costumava ir às bibliotecas do Centro, para estudar e a bancas de revistas e ficar folheando revistas e revistas, toda semana...rsrs... Amava as revistas de moda, via aquelas modelos lindas e me imaginava vestindo todas aquelas roupas. Acho que por isso sempre gostei de ser magra. Meu caminho era meio repetido. Sempre passava pelas mesmas ruas e tanto fazia se estava um dia ensolarado ou chuvoso. Em uma dessas caminhadas até uma banca de revista que ficava na Av. Joaquim Nabuco, caiu uma chuva bem grossa. Corri ate próximo do portão de uma casa enorme e me escondi embaixo do telhadinho que ficava na frente do portão da garagem dela. Depois de uns 5 minutos de chuva fortíssima, O portão se abriu e ele apareceu. Falou-me que eu estava ensopada (eu estava bem leve com uma camiseta azul bebe e uma calca jeans, e um tênis) e que, se eu quisesse, poderia entrar e esperar a chuva passar. Eu aceitei. Fiquei na varanda da casa, ele entrou e perguntou se eu queria me enxugar. Novamente disse que sim. Ele me convidou pra entrar e começou a mostrar a casa. Eu perguntei se ele morava nela e ele respondeu que não, que apenas tomava conta dela enquanto os patrões dele viajavam. Ele me levou ate o quarto dele que ficava nos fundos da casa, e me deu uma toalha bem grande e indicando a porta do banheiro. Era um banheiro pequeno que ficava ao lado do quarto dele. Quando tirei a camiseta pra me enxugar, ele entrou no banheiro. Ele disse que me via toda semana passar por ali e tinha uma pergunta a me fazer... Eu gelei, porque fiquei muito surpresa com a invasão dele. Nada falei. Ele me perguntou se eu tinha namorado... Fiz uma cara de "não entendi". Ele então chegou bem perto de mim e como não me afastei, ficamos tão perto que percebi que ele era mais alto que eu e bem mais forte, e que também era mais velho (depois ele me disse que tinha 27, naquela época). Ele fez outra pergunta: Se eu queria algo com ele. Achei muito estranho... Um desconhecido fazendo aquelas perguntas! Enchi-me de coragem e lhe disse que eu gostava de meninos sim, mas que não estava interessada nele e mais, naquele momento eu só queria me enxugar. Disse isso e, num ímpeto, o empurrei pra longe de mim. Ele saiu do banheiro, eu fechei a porta... Enxuguei-me toda, mas fiquei pensando: Eu queria perder a virgindade e poderia ser naquele momento. Como meu jeans estava beeem molhado, sai do banheiro enrolada na toalha e fui direto pro quarto dele. Naquela época minha pele ainda era bem macia e tinha quase nenhum pelo. Foi demais... Tratou-me muito bem, por que percebeu que eu não sabia fazer nada. Deu-me o Maximo de carinho. Ate hoje lembro aquele dia... Depois disso fiquei indo naquela casa todas as vezes que os patrões dele viajavam. Foi nessa época que adquiri as primeiras roupas da Sheila, fui muito incentivada por ele. Naquela casa eu passava a maior parte do tempo montada, queria sempre estar linda pra ele... Ele me ensinou muitas coisas sobre amar alguém e eu aprendi como se sente uma mulher bem amada. Passamos 3 anos juntos.
Quando o vi, em dezembro de 2007, confesso que tive vontade de ir lá com ele e, talvez, matar a minha saudade.
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